As Crianças também podem ser ajustadas??
Sim, podem!!
Vejam este testemunho de uma criança de 2 anos
Cascais, 8 de Fevereiro de 2010
Nome: Henrique José Pereira Baptista
Idade: 2 anos
Em Janeiro de 2009 foi diagnosticada displasia da anca esquerda ao nosso filho de 1 ano de idade. A Pediatra aconselhou o uso da chamada “dupla fralda” durante a noite, para forçar a abertura das pernas. Mesmo assim continuavamos a notar que o Henrique corria pouco, caía com facilidade e não se punha de joelhos.
Em Agosto de 2009, e através da recomendação da minha irmã que era paciente do Dr. Theo, decidimos iniciar este tratamento natural, visto que o Ortopedista nos informou que este tipo de displasia, na idade do Henrique, só se corrigia com cirurgia.
Ao fim de 3/4 sessões notámos grandes diferenças no desenvolvimento físico do nosso filho! Movia-se com maior ligeireza, rapidez e flexibilidade.
Hoje, com 2 anos, teve oficialmente alta deste problema; a radiografia efectuada em Janeiro de 2010 diz:
«não identificamos alterações na estrutura óssea».
Agradecemos ao Dr. Theo o seu empenho e trabalho para com o nosso filho.
Estudo revela benefícios de cuidados
quiropráticos em crianças com dores lombares.
Os resultados de um estudo sobre crianças que padecem de dores lombares surgiram na edição de Janeiro de 2003 da publicação científica, Journal of Manipulative and Physiological Therapeutics (JMPT - Jornal de Terapias Manipulativas e Fisioterapia). O artigo começa por salientar que cerca de 50% das crianças sofrem de dores lombares pelo menos uma vez na vida, revelando, igualmente, que em cerca de 15% as dores são frequentes ou contínuas. O estudo incidiu sobre 54 crianças com idades compreendidas entre os 4 e os 18 anos, residentes em Calgary, Alberta, Toronto e Ontário, no Canadá. Durante o estudo, as crianças com dores na zona lombar beneficiaram de tratamentos ministrados por vários quiropráticos voluntários do Canadá. Para efeitos de avaliação do progresso alcançado as crianças foram monitorizadas com regularidade durante o estudo, tendo os resultados sido obtidos de diversas formas, incluindo as respostas fornecidas pelas próprias crianças à forma como estas sentiam que estavam a progredir. Os resultados do estudo demonstraram que, em 46% a 92% das crianças, foram alcançadas melhorias a vários níveis durante o período de acompanhamento e que em apenas 30 dias 82% das crianças afirmaram sentir “grandes melhorias.”